sábado, 25 de abril de 2009

Veganismo - uma acção radical mas com benefícios......

Não caindo no exagero e no radicalismo, podemos de certa forma ter uma maior atenção e preocupação com o que comemos. Desta forma podemo-nos ajudar e ajudar o Planeta Terra.

Altermodernidade


"O pós-modernismo morreu, viva a altermodernidade


Na trienal da Tate, em Londres, um francês abriu nova etapa na discussão sobre a identidade da cultura e dos artistas de hoje. Modernos ou pós-modernos, quem somos? Nem uns nem outros, antes seres de uma nova era em que se age e cria a partir de uma visão positiva de caos e complexidade. A altermodernidade, segundo Nicolas Bourriaud" in Ípsilon



http://www.tate.org.uk/britain/exhibitions/altermodern/

AltermodernManifesto
POSTMODERNISM IS DEAD

A new modernity is emerging, reconfigured to an age of globalisation – understood in its economic, political and cultural aspects: an altermodern culture

Increased communication, travel and migration are affecting the way we live

Our daily lives consist of journeys in a chaotic and teeming universe


Multiculturalism and identity is being overtaken by creolisation: Artists are now starting from a globalised state of culture

This new universalism is based on translations, subtitling and generalised dubbing

Today’s art explores the bonds that text and image, time and space, weave between themselves

Artists are responding to a new globalised perception. They traverse a cultural landscape saturated with signs and create new pathways between multiple formats of expression and communication.

The Tate Triennial 2009 at Tate Britain presents a collective discussion around this premise that postmodernism is coming to an end, and we are experiencing the emergence of a global altermodernity.

Nicolas Bourriaud
Altermodern – Tate Triennial 2009
at Tate Britain
4 February – 26 April 2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

IDEIAS VERDES


Temas:
- Energia
- Educação e Sensibilização Ambiental
- Mobilidade e Urbanismo
- Oceanos

Entrega das candidaturas até 14 Maio 2009

segunda-feira, 30 de março de 2009

VIVA LA GUERRILLA

domingo, 29 de março de 2009


GUERRILLA
GARDENING
Imagine que na sua cidade, ou na sua
cidade preferida, há pessoas que se
organizam secretamente para semear
flores em qualquer canto disponível
do cenário urbano. E que esse embelezamento
da selva de betão é ilegal.
Bem-vindo ao Guerrilla Gardening.
Texto: Pedro Gonçalves
Fotos: Richard Reynolds/guerrillagardening.org
Fotos: Christopher Humes/threemiles.com

À boa moda portuguesa é comum dizer-se que a necessidade aguça o engenho. O que, numa lógica macroeconómica de dimensão mundial, é o mesmo do que dizer que os tempos de crise são também tempos de oportunidade. Num contexto de urbanismo compulsivo e desenvolvimento desenfreado da construção civil, é por isso natural que surjam novas (ou renovadas) formas de manifestação de ideias. Seja ela política, social ou puramente estética. Há muito que são conhecidas as intervenções urbanas de activistas como squatters e writers/stencil artists. O que por ventura muita gente não imaginará é que esse espírito insurrecto se pode manifestar (e manifesta) também através da jardinagem. Exactamente, a perigosíssima actividade de jardinar. Como muitas outras manifestações contra-culturais, o Guerrilla Gardening tem na sua génese uma questão tão secular quanto a propriedade da terra. Parte, precisamente, do princípio comunista da distribuição justa dos recursos naturais e do seu aproveitamento para o bem comum. Este tipo de jardinagem, praticada normalmente durante a noite para evitar a repressão policial, toma forma em todo o tipo de espaços: privados, camarários, duvidosos, etc.. E é assim que, um pouco por todo o mundo, há grupos de pessoas (neste caso, referir apenas jovens é francamente redutor) que fazem nascer todo o tipo de flora de um dia para o outro: das hortas às flores mais exóticas, das árvores de fruto às flores mais corriqueiras. O que fazem, não obstante cumprirem uma tarefa que qualquer comunidade civilizada agradeceria, é crime contra a propriedade.
Os guerrilla gardeners, como qualquer organização urbana com sede no submundo, têm formas diversas de proteger a sua actividade e, no limite, a sua própria
pele. Nesse sentido, têm armas como quaisquer guerrilheiros, sendo que as mais comuns são as intituladas seed bombs (ou seed grenades), ou bombas de sementes. Quais cocktails molotov, as seed bombs são lançadas com um objectivo, embora pacífico: espalhar em segurança, frequentemente a partir de um carro em andamento, as sementes de nova vida vegetal. Para fazer seed bombs basta pesquisar na internet, mas vá já sabendo que dá jeito ter sementes, terra, adubo, fertilizante natural, por vezes estrume, e eventualmente alguma argila. Depois, é fazer bolas como as de areia na praia. E, claro, lançá-las no alvo com a esperança de que dali nasça vida nova.
Apesar dos princípios políticos com que nasceu (a primeira referência a Guerrilla Gardening remonta a 1973, Nova Iorque), esta jardinagem activista confunde-se hoje com a simples intervenção estética e ambientalista junto das urbes cinzentas. Mais do que reclamar a distribuição justa da propriedade, os jardineiros de guerrilha vivem o sonho de transformar as cidades em locais muito mais agradáveis e saudáveis para viver. De resto, é um princípio comum a muitos outros artistas que, nas últimas décadas, viram
as suas actividades passarem a ser precedidas do termo "guerrilla". Esta mudança no livro de intenções fica perfeitamente demonstrada quando, numa simples pesquisa no inevitável YouTube, ao termo “Guerrilla Gardening” surge associada a Adidas e a sua linha Adidas Grün. A Adidas dificilmente faria política, apesar de atenta a tudo quanto seja manifestação
juvenil.
É simples, posto isto, ver este como um ponto de definição para o fenómeno Guerrilla Gardening. Ou a coisa permanece ilegal/subterrânea e corre o risco de perder a sua real importância, além dos seus praticantes; ou é legalmente assimilada e regulamentada pelos maiorais das cidades do mundo, perdendo toda a sua razão de ser. Mas enquanto dura, é coisa
de grande beleza. Tanto estética como moral.

in Revista DIF, Março 2009
Texto: Pedro GonçalvesFotos: Richard Reynolds/www.guerrillagardening.org
Fotos: Christopher Humes/www.threemiles.com

quinta-feira, 19 de março de 2009



"Ai que prazer, tirar os sapatos e sentir a erva debaixo dos pés... Foi a pensar neste secreto desejo de muito daqueles que passam horas fechados em escritórios longe do campo, que a Krispy Kreme, uma marca de produtos alimentares, decidiu lançar um inovador produto anti-stress para oferecer aos seus clientes: os primeiros chinelos de relva verdadeira do mundo. São feitos de borracha, mas têm um pequeno "canteiro" de terra coberto por um espesso relvado. A ideia surgiu depois da divulgação de uma sondagem feita aos trabalhadores ingelses, em que 82% diziam que para 'destressar' bastava-lhes um passeio no parque em contacto com a natureza. Por enquanto estão à venda apenas em Londres, e não são próprios para apressados em estrear as novas aquisições. É que demoram pelo menos três semanas a crescer. Ah, e é preciso, claro, regar diariamente!" in Única de 7 de Março de 2009


terça-feira, 17 de março de 2009

Conferência




PLANEAMENTO URBANO - NOVOS DESAFIOS

PROGRAMA

09h30
Boas Vindas / Welcome Address
António Costa (*)
Presidente da Câmara Municipal de LisboaMayor of Lisbon


09h40
Introdução ao tema da Conferência / Introduction to the theme of the Conference
José Delgado Domingos
Presidente do Conselho de Administração da Lisboa E-NovaPresident of Lisboa E-Nova


10h00
Tema 1 - Clima Urbano / Urban Climate
Ulrich Reuter
Stuttgart City, Germany


10h40
Pausa para Café / Coffee break


11h00
Tema 2 - Planeamento Urbano: a Escala Humana e a Dimensão Social / Urban Planning – Human Scale and the Social Dimension
Klas Tham
Malmö, Sweden


12h00
Diálogo moderado / Moderated dialogue
Livia Tirone
Administradora-Delegada de Lisboa E-NovaDelegate-Administrator of Lisboa E-Nova


13h00
Almoço / Lunch


14h30
Tema 3 – A Dimensão Urbana das TIC / The Urban Dimension of ICT
a definir (*)
CISCO


15h00
Tema 4 – Energias Renováveis nas Cidades / Renewable Energies in Cities
Jerry Stokes
Suntech Power International, Ltd


15h30
Tema 5 - Economia Urbana / Urban Economics
Filipe Caleia Rodrigues
Unidade de Projecto Alta de Lisboa (CML)


16h00
Diálogo moderado / Moderated dialogue
Livia Tirone
Administradora-Delegada de Lisboa E-NovaDelegate-Administrator of Lisboa E-Nova


17h00
Conclusões / Conclusions
José Delgado Domingos
Presidente do Conselho de Administração da Lisboa E-NovaPresident of Lisboa E-Nova


17h10
Café Final / Goodbye coffee
.
Dia 2 de Abril de 2009 no Auditório Alto dos Moinhos (Estação de metropolitano Alto dos Moinhos, linha Azul)
Inscrições de Estudantes: 10€

Manual



Um verdadeiro manual para a vida. Repleto de dicas utéis e questões comuns. Um livro de instruções para qualquer uso que se dê a um arquitecto. Desmontando ainda mitos como "O que eu preciso é de um engenheiro" ou ainda "Um arquitecto só serve para fazer desenhos".


Disponível na Ordem dos Arquitectos ( morada e mapa constam de um post de 2008 ) pela módica quantia de 0 €.


segunda-feira, 9 de março de 2009

Encontros às Quartas

Encontros todas as Primeiras Quartas-Feiras de cada Mês
18 horas
Sede da APAP

1 de Abril
TEMA: Intervenção em Zonas Ribeirinhas
Critérios e Indicadores para Intervenções
Sustentáveis
ORADORES: Arquitectas Paisagistas Graça Saraiva e
Isabel Loupa Ramos

6 de Maio
TEMA:
Visita à Alemanha/Novembro de 2007
Diversos Projectos
ORADORES: Arquitectas Paisagistas Manuela Raposo
Magalhães e Margarida Cancela d’Abreu
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Sede:
Calçada Marquês de
Abrantes, nº 45,1º Dto
1200-718 LISBOA
Telefone:
213 950 025
.

Ver mapa maior

quarta-feira, 4 de março de 2009

Sitio

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

(Re)Habitar Lisboa


"A Conferência (Re)Habitar Lisboa tem como objectivo debater o actual panorama habitacional da cidade de Lisboa, assim como confrontar as políticas nacionais e locais de habitação em curso com outras práticas internacionais, contando com a presença de especialistas e convidados ligados às problemáticas da Habitação em Portugal, na Europa e no Brasil.

Esta conferência é uma de várias iniciativas desenvolvidas no âmbito do Programa Local de Habitação (PLH), um instrumento estratégico que visa definir os objectivos de uma política de habitação local para os próximos 4 a 5 anos. Este instrumento, cuja metodologia foi aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Assembleia Municipal, será implementado em 3 fases distintas, a que denominámos Conhecer, Escolher e Concretizar, e cujas medidas queremos que sejam sujeitas a consulta pública e à aprovação dos órgãos autárquicos locais.

A 1ª fase (Conhecer), que decorreu entre Outubro e Fevereiro, procurou para além do levantamento de todo o conhecimento existente nos serviços e empresas municipais, igualmente dinamizar, através de um processo participativo, um conjunto de fóruns e workshops sobre a problemática da habitação em Lisboa, nos quais estiveram presentes representantes das várias instituições, associações e entidades deste sector.

A Conferência (Re)Habitar Lisboa - que inaugura a 2ª fase (Escolher) e cujo objectivo será o desenvolvimento de uma matriz estratégica das medidas a implementar pelo Programa Local de Habitação – pretende ser um momento de partilha de visões sobre o futuro das políticas locais de habitação em Lisboa, é especialmente vocacionada para especialistas e intervenientes na área da habitação e urbanismo (autarcas, professores, investigadores, estudantes, promotores, construtores e representantes de associações, movimentos e de entidades do sector) e será de participação livre e aberta. " in http://www.cidadaosporlisboa.org/

http://habitacao.cm-lisboa.pt/index.htm?no=251000100155

http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1234550082X0uWD8ld4Cl25LS7.pdf


À margem também decorrerão no mesmo dia:

18h00 Inauguração da exposição "Habitação em Lisboa: memória do GTH - 50 anos"
Concerto "ÓqueStrada"

18h30 Ante-estreia do filme "As Operações SAAL", de João Dias

sábado, 31 de janeiro de 2009

Constructing Landscape

Já se encontra disponível o manual Constructing Landscape:

"Constructing Landscape is a systematically structured reference work about the techniques and theories applied when constructing outdoor spaces. All the relevant topics are vividly covered, from materials and surfaces via building outdoor features to the use of plants. The book shows how landscape designers and architects can implement their creative ideas with expertise and technical skill.
Constructing Landscape is in three parts: "Materials", "The principles of loadbearing structures" and "Structural elements and building methods". The first part surveys various building materials used in landscape architecture, and their specific qualities. Surface properties and possible working modes are also discussed. The next section explains the fundamental principles of statics, joints for loadbearing elements, foundations for structural components, and supporting structures. The third chapter is devoted to the principles of construction and techniques associated with various structural elements. A large collection of realized sample projects illustrates particular building tasks with photographs and plans.
The editor Astrid Zimmermann is a freelance landscape architect, and an academic assistant in the Department of landscape and building construction at the TU Berlin. She has assembled a group of expert authors with considerable experience in planning and teaching for this work. "

http://www.springer.com/birkhauser/architecture+%26+design/book/978-3-7643-8600-9

http://www.springer.com/birkhauser?SGWID=0-40290-0-0-0

Pode ser encontrado na livraria A+A da Ordem dos Arquitectos. Caso não encontrem nenhum em exposição perguntem à senhora (muito simpática) que lá trabalha, e ela logo vos econtrará um exemplar! Apenas possuem a versão de capa mole, mais barata, que custa 53 €.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Conferência Internacional CIDADES E RIOS - Pontes para a Sustentabilidade


Mais uma conferência a não perder dia 17 de Fevereiro no auditório da FLAD.


Auditório da Fundação Luso-Americana
Rua do Sacramento à Lapa, 21 - Lisboa
Tel. 21 3935800 | fladport@flad.pt

Entrada livre, mediante inscrição prévia.

Folheto informativo:
http://www.flad.pt/documentos/1232543669K1lFZ1gs3Jp83CZ3.pdf

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A+A

A livraria da Ordem dos Arquitectos está cada vez melhor. Apesar do continuar reduzido o espaço dedicado à arquitectura paisagista, a quantidade e qualidade dos livros da nossa área tem vindo a surpreender.






Dentro da livraria procurem as áreas delineadas a verde.


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Betão Orgânico


Produto apresentado no Experimenta Design de 2005 e desenvolvido pelos arquitectos João Costa Ribeiro e João Caldeira Ferrão, fundadores do atelier português E-studio, em colaboração com Sónia Oliveira, ganhou também o Organic Awards 2007 da instituição OrganicArchitect.


"O betão orgânico surge na sequência de uma série de projectos em que a diferenciação entre materiais naturais e artificiais se tornou cada vez mais questionável. Tal como numa manipulação genética, criou-se um novo material, desenvolvido para conciliar o vegetal e o inorgânico num só elemento. Aproveitando a capacidade de retenção de humidade do betão, o material funciona como uma pilha, em que água é libertada durante os períodos secos.Aplicado como superfície o betão orgânico permite obter superfícies vivas permeáveis, devolvendo uma componente natural ao espaços públicos urbano." in http://www.extrastudio.pt/


http://www.experimentadesign.pt/


domingo, 11 de janeiro de 2009

Ria Formosa 2008

Textos - Passado/Futuro I



"A respeito da Protecção da Natureza escrevemos, num trabalho apresentado ao 1º Congresso Nacional das Ciências Naturais, o seguinte:
“As Câmaras Municipais deveriam em vez de fazer a criação de jardins dispendiosos, em muitos casos, mandar reservar pequenas extensões de tratos de terreno bem situados, em que a vegetação natural se pudesse desenvolver, tendo apenas o cuidado de tornar os caminhos de acesso mais praticáveis. Em determinadas circunstâncias, as formações provávelmente secundárias, que assim fôssem surgindo, teriam ainda, depois dum estudo geobotânico cuidado, de ser submetidas a tratamentos especiais, para que a associação de plantas, que as constituam, seja o mais possível representativa duma flora que se aproxime da climax local, embora com a intervenão do homem, evitando-se que algumas espécies tomem grande preponderância em relação a outras que naturalmente existiriam nas condições primitivas, anteriormente às devastações praticadas.
Existem, em vários concelhos, terrenos revestidos de mato que bem escolhidos para êste fim, evitando-se o corte de mato ou a pastorícia na área considerada suficiente para o pequeno parque natural do Município”.
Esta indicação que demos e é fácil de realização em muitos casos, para Lisboa torna-se difícil, por quási não existirem terrenos nas condições referidas.
[...]
A par dos diversos jardins onde predominam as plantas exóticas, algumas de incontestável beleza e que tornam os recintos ajardinados extremamente agradáveis, um ou mais jardins regionais poderiam constituir mais um motivo de atractivo, de cunho particular.
Quantas lindas e variadas plantas, muitas das quais ainda se encontram nos arredores da cidade, deveriam figurar nesse ou nesses jardins.
E no último caso, se fôssem vários os jardins dêste género a criar, diferenças nítidas se lhe poderiam imprimir, dada a grande área da cidade e as diversas condições de solo em que esta está assente e até as diferentes exposições nela se encontram.
As árvores, os arbustos, os subarbustos, as ervas vivazes e até algumas anuais da região forneceriam um vastíssimo material para a escôlha e combinação de aspectos que deveriam, quanto possível, se aproximar dos naturais.
[...] Aí não haveria exotismos e todos os que por lá aparecessem deveriam ser inexoràvelmente expulsos. Tôdas as plantas comopolitas, ruderais e subespontâneas teriam que ser supremidas para não conspurcarem o conjunto da flora regional.
[...]
Dado o facto de consistirem de plantas perfeitamente adaptadas, por serem próprias do meio, estes jardins serão certamente muito mais económicos do que os existentes.
[...]
O baixo custo de manutenção de jardins da natureza a que nos referimos, permitirá aumentar fàcilmente a área de recintos ajardinados em Lisboa, o que é de grande importância para o futuro da população citadina, que actualmente não dispõe em número, extensão e disseminação em locais fàcilmente acessíveis, dos jardins que reputamos indispensáveis para a sua saúde e bem estar. [...]" Prof. João de Carvalho e Vasconcelos, 1943.

As exposições da LISBOARTE têm início dia 10/09/2009


"Amanhã começa em Lisboa mais uma LISBOARTE, uma iniciatica da APGA – Associação Potuguesa de Galerias de Arte, com 11 exposições distribuídas por dez galerias. Na Galeria 111, “Trapped Inside my Head”, de Mara Castilho (até 21 de Fevereiro); na Galeria Arte Periférica, “White Landscape”, de Ana Cintra (até 25 de Fevereiro); na Carlos Carvalho – Arte Contemporânea, “O Banquete”, de Elsa Marques (até 16 de Fevereiro); na Galeria Diferença, a Colectiva “Trinta Anos de Diferença – II” (até 28 de Fevereiro); na Galeria Galveias, “Navegando Pelos Ateliers da Memória, de António Carmo (até 28 de Fevereiro); na Galeria Jorge Shirley, a colectiva “Afrontamentos 4” (até 21 de Fevereiro); na Galeria Novo Século, “Flashes”, de Pedro Leal Filipe (até 31 de Janeiro); na Galeria Pedro Serrenho, “Here.once.again”, de Diana Costa e “A – Isla – dos” de Marcela Navascués (até 21 de Fevereiro); na Galeria São Bento, “A Teoria do Buraco Negro”, de Gabriel Garcia (até 10 de Fevereiro); na Sopro – Projecto de Arte Contemporânea, “A A and Away”, de Carlos Noronha Feio (até 21 de Fevereiro). "
Mais informação disponível em: http://www.lisboarte.com/

Fonte: Arte Capital

domingo, 14 de dezembro de 2008

Blu

Day...